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::29.9.03::
O RIO É COISA DE CINEMA®

Não sou crítica de cinema, nem jornalista, nem cinéfila, mas tenho amigos que são:-)
O que acontece é que depois de cada filme dá vontade de ter um laptop, um bloquinho, qualquer coisa, pra poder contar e não esquecer das coisas interessantes, engraçadas, emocionantes que vi. Bem, o blog tá aqui pra isso. Já contei do Rocky Horror, que até agora foi a minha maior emoção do festival. Mas teve também o Salomé, o longuíiiiiiiiiiiiiiiiissimo Jogos, Deuses e LSD, as surpresas de A Captura dos Friedmanns e IKKA, o cabeção de perder a sessão que eu já tinha comprado de Tão de Repente, que agora eu não vou poder mais ver....A chuva TORRENCIAL, o encharcamento total e All that Jazz, assim mesmo, nessa ordem.

As minhas lembranças de festival são extremamente confusas. Tô pensando até em começar a colecionar os catálogos, só pra anos depois poder me lembrar quando eu vi o que, que mostras, que companhias...Esse ano ainda não vi uma única sessão que não encontrasse um amigo, e os mais estranhos possíveis (de estarem lá). Encontrei Sauron®, figura que não via desde sei lá quando...fevereiro. Uma daquelas poucas pessoas que eu abraço fortemente, sei lá por quê razão. Pena que foi no pior filme, o do LSD, e a gente nem teve como conversar muito no outro filme, vide as experiências estranhas de encontros indevidos. Sem contar nas pessoas novas, que eu não conheço, mas como diria a irmã do Name, são nossas amigas em potencial, porque estão SEMPRE no mesmo cinema que eu estou. O evento festival é bem divertidinho, ainda mais quando eu tenho um final de semana inteiro para perambular pela minha área, pulando de Espação para Estação, fazendo a social, trocando historinhas, considerações cinematográficas...Enfim, uma beleza. E eu nem preciso pegar o carro, nem bolsa. É só sair com a pipoca de microondas no saco da Sendas, a chave, o passaporte e o ingresso. Ainda descobri também a vantagem de ir sozinha para as sessões: mesmo que eu chegue em cima do lance, sempre tem uma fileira ótima com um, somente um, lugarzinho ótimo onde eu me encaixo perfeitamente. Eu e a minha pipoca e os meus óculos.


:: Marcia Furriel 3:30 p.m.


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"...[R]eturning to the Red Drum for sets, to hear Bird, whom I saw distinctly digging Mardou several times also myself directly into my eye looking to search if I was really the great writer I thought myself to be as if he knew my thoughts and ambitions or remembered me from other night clubs and other coasts, other Chicagos--not a challenging look but the king and founder of the bop generation at least the sound of it in digging his audience digging his eyes, the secret eyes him-watching, as he just pursed his lips and let great lungs and immortal fingers work, his eyes separate and interested and humane, the kindest jazz musician there could be while being and therefore naturally the greatest--watching Mardou and me in the infancy of our love and probably wondering why, or knowing it wouldn't last, or seeing who it was would be hurt, as now, obviously, but not quite yet, it was Mardou whose eyes were shining in my direction, though I could not have known and now do not definitely know--except the one fact, on the way home, the session over the beer in the Mask drunk we went home on the Third Street bus sadly through night and throb knock neons and when I suddenly leaned over her to shout something further (in her secret self as later confessed) her heart leapt to smell the "sweetness of my breath" (quote) and suddenly she almost loved me--"

DO LIVRO
The Subterraneans
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Tina the Troubled Teen
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