::26.11.03::
NO FUNDO SEMPRE SOZINHO...

Agora que passou o momento "mujeres ao borde de un ataque de nervios" (Olha aí o sangue latino...), o que eu queria mesmo postar era meu discurso emocionado, sobre a minha mais nova modesta aquisição. Comprei por 9,99, nas L.A. (leia-se L.A. como na sigla de Los Angeles, entenda-se Lojas Americanas mesmo) o cd do disco que EU DESCOBRI, ou melhor, lembrei, na hora que vi a capa, ter sido o MEU PRIMEIRO DISQUINHO. Ok, ok, paira uma dúvida. Eu tenho até hoje esse disco, com o meu nome toscamente assinado na capa e na bolacha. Mas também lembrei do meu disco "Cantando no Banheiro", de Eduardo Dusek, Leo Jaime e os Miquinhos Amestrados. Esse eu também lembro, 1a. série (primária!), casa da minha amiga Ana Dolores, Pereira da Silva, eu orgulhosamente mostrando a capa e as letras, e mais orgulhosamente ainda mostrando que era meu, era só conferir as assinaturas.
Esse chama-se SAÚDE, é de 1981 e eu provavelmente devo tê-lo comprado em 1983...Imagino. Antes desse tive outro, o Rita Lee (era o nome do disco também), que tinha (TEM!) Shangri-lá e Caso Sério, entre outras...Mas não tinha minha assinatura, provavelmente foi herança. Do Saúde eu me lembro de amar Tatibitati :
Sempre fui levada-da-breca Brincar de médico É melhor que boneca...
Atlântida e Mutante. Ahh, gostava de tudo da Rita Lee mesmo, eu era a maior fã infantil, algo como as meninas de hoje são com o ROUGE, ou similares. E fiquei muito feliz de reencontrar esses discos em cd, por preços tão módicos. É muito pouco dinheiro para tão grande valor nostálgico. Outra hora eu escaneio minha assinaturazinha. Fecho com a primeira música do disco/cd. Eu quero, e PRECISO, de mais saúde. E mais Rita na veia.
Saúde Rita Lee - Roberto de Carvalho
Me cansei de lero-lero Dá licença mas eu vou sair do sério Quero mais saúde Me cansei de escutar opiniões De como ter um mundo melhor Mas ninguém sai de cima Nesse chove-não-molha Eu sei que agora Eu vou é cuidar mais de mim!
Como vai,tudo bem Apesar,contudo,todavia,mas,porém As águas vão rolar Não vou chorar Se por acaso morrer do coração É sinal que amei demais Mas enquanto estou viva Cheia de graça Talvez ainda faça Um monte de gente feliz!
:: Marcia Furriel 12:48 a.m.
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"...[R]eturning to the Red Drum for sets, to hear Bird, whom I saw distinctly digging Mardou several times also myself directly into my eye looking to search if I was really the great writer I thought myself to be as if he knew my thoughts and ambitions or remembered me from other night clubs and other coasts, other Chicagos--not a challenging look but the king and founder of the bop generation at least the sound of it in digging his audience digging his eyes, the secret eyes him-watching, as he just pursed his lips and let great lungs and immortal fingers work, his eyes separate and interested and humane, the kindest jazz musician there could be while being and therefore naturally the greatest--watching Mardou and me in the infancy of our love and probably wondering why, or knowing it wouldn't last, or seeing who it was would be hurt, as now, obviously, but not quite yet, it was Mardou whose eyes were shining in my direction, though I could not have known and now do not definitely know--except the one fact, on the way home, the session over the beer in the Mask drunk we went home on the Third Street bus sadly through night and throb knock neons and when I suddenly leaned over her to shout something further (in her secret self as later confessed) her heart leapt to smell the "sweetness of my breath" (quote) and suddenly she almost loved me--"
DO LIVRO The Subterraneans
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